Frontier

Frontier – É tudo pelos negócios, ou não!

Quer uma série com ação? Frontier tem. Quer uma série com politicagem? Também tem. Quer um pouco de drama e um toque de vingança? Seja bem vindo a Frontier.

 

Comecei  a assistir Frontier com um pézinho atrás, afinal o que você pensaria quando visse uma sinopse desta?

“Decidido a restaurar o monopólio do comércio de peles da Hudson Bay Company, Lord Benton viaja para o Novo Mundo para exterminar o caçador Declan Harp.”

Após ler esta sinopse o que passou pela minha cabeça foi: “Mais uma série de politicagem e mais politicagem, quero ação!”. Mas aí a série me pega de surpresa, já que uma das primeiras cenas de Declan Harp é ele esfaqueando dois caras e praticamento rasgando eles no meio. Foda!

Tentarei contar um pouco do que achei sem dar spoilers para que quem ainda não assistiu possa ter suas próprias experiências.

Declan Harp, interpretado por Jason Momoa (Sim, ele é o Khal Drogo de GoT), é o nosso personagem principal. A história basicamente é que Declan Harp deseja assumir controle do comércio de peles da Hudson Bay. Para isso ele precisa derrubar seu maior inimigo, Lord Benton, que tem controle de uma boa parte do comércio da região. Declan durante a série tenta fechar acordos com nativos(índios) e outros comerciantes, não apenas para que possam ser sócios no comércio de peles, mas também para enfrentar a grande tropa de Lorde Benton.

 

 

Achei a série bem contada e bem atuada, achei os atores muito convincentes em seus papéis, nos fazendo sentir raiva daquele vilão ou ficar preocupado quando o “mocinho” fica em perigo. Como a maioria das séries, os episódios finais são bem melhores que os iniciais, tendo bem mais tensão e ação.

A única coisa que me incomodou na série foi que ela foi escrita quase que como um gancho o tempo todo, tudo que acontecia ficava meio que pela metade, sem definição, sem um ponto final, justamente para puxar o público para a próxima temporada. Eu, particularmente, não gosto muito de séries deste tipo, acho que uma temporada tem que ter começo, meio e fim. Se o público gostar da história você pode criar novos caminhos, novos ganchos, novos personagens

Um exemplo de uma série que tem a primeira temporada mais perfeita que já vi é Dexter. A temporada inteira conta uma história, mas ela começa, tem seu desenvolvimento cheio de tramas e tensões e tem um final simplesmente fantástico. Se o escritor quisesse terminar a série na primeira temporada ele não teria problema(apenas com os fãs que ficariam tristes da série não ter uma sequência), porque ele concluiu a história, não a principal, mas concluiu a história criada naquela temporada. Enfim, hoje estamos falando de Frontier, então voltemos ao assunto.

Também achei o personagem principal um pouco forçado, no melhor estilo soldado fantástico que ninguém derruba e que consegue combater vários inimigos ao mesmo tempo, mas como eu sou fã de filmes de Brucutus, achei que o protagonista estava meio que nesse estilo, o Brucutu da série.

No geral a história de Frontier é até interessante, com uma revelação no final pra dar aquela energizada no ódio do público com o vilão e aquele apoio para o mocinho. Se vale a pena assistir a série? Acho que vale sim, até para que vocês possam ter sua própria opinião da série, ela tem apenas 6 episódios, todos com um pouco mais de 40 minutos, então a série é rapidinha e deixa aquele gostinho de quero mais quando termina.

Frontier está disponível no Netflix então entre neste mundo e aproveite esta série. Deixem seus comentários aí embaixo, você que já assistiu, deixe sua opinião, pra quem ainda não viu, vá lá ver e depois venha aqui trocar experiências conosco.

E lembrem-se, a felicidade está nos olhos de quem ouve!

 

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